O design, o imaginário – primeiras noções
16/05/2011 4 Comentários
(Primeiramente peço desculpas pelo longo intervalo entre postagens, já que minha ideia é postar textos curtos, com uma frequência maior…) Como já comentei em minha primeira postagem no blog (há bastante tempo atrás), no último semestre de 2010 escrevi meu tcc falando sobre design editorial e imaginário. Neste texto procuro lançar algumas noções dos estudos do imaginário relacionadas ao design.
Ao longo da vida, o ser humano acumula referências, informações. Posteriormente, estas referências servem como um ponto de partida, como catalisador para criações e novas vivências. O imaginário é isto, é o que move os indivíduos. E, portanto, pode-se dizer que é um reservatório/motor (SILVA, 2006). O imaginário, segundo Maffesoli, é sempre social, nunca individual. Os indivíduos são imersos em imaginários passíveis de alterações, pois os indivíduos são, ao mesmo tempo, autores e atores dos imaginários a que se submetem. Os indivíduos apreendem e constroem no imaginário, são sujeitos receptores e emissores, sempre ativos. Ler mais deste artigo
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Foram quatro anos estudando design gráfico na UFPel (Universidade Federal de Pelotas, RS), no Instituto de Artes e Design. Na verdade, me graduei em Artes visuais com habilitação em design gráfico, um curso que não existe mais e está formando sua última turma. Hoje a UFPel conta com dois bacharelados em design: gráfico e digital.
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