Breves considerações sobre a subversão
10/04/2013 7 Comentários
Do mesmo modo que outras 59.999 pessoas, eu fui ao Lollapalooza. Não que isso seja particularmente relevante Pearl Jam é foda, mas ali ocorreu algo que me inspirou esse post.
Antes do show de Pearl Jam, havia um grupo de playboys causando tumulto e semeando o caos bem perto de onde eu gostaria de assistir o show – e sair vivo – com minha namorada e um amigo. Eles, os playboys, apesar de estarem em pé há mais de 5 horas – eu suponho, porque eu estava –, estavam elétricos, graças, claro, às balinhas e à maconha que tomavam e fumavam, respectivamente, como se não houvesse amanhã. E se você parar pra pensar…



Seguindo a iniciativa do marcinho em seu
[Faz dois anos que um amigo meu se suicidou. Lendo um conto de Assionara Souza, flagrei-me vestindo uma camiseta que pertencia a ele. As citações que se intercalam com o texto abaixo reconstroem o conto que eu lia, publicado no livro “Os hábitos e os monges”, Kafka Edições, 2011, p. 92-93.
Em todas as culturas, a medida cronológica de “ano” corresponde a um mesmo ciclo solar (ou melhor, da Terra ao redor do Sol).
Wall Street e os estudantes da USP. Movimentos sociais recentes que seguem uma tendência à “ocupação” em favor de uma determinada causa.
[Este ensaio não tem nada a ver com Design. Ao menos, não diretamente. É também um texto mais extenso que o habitual por aqui. Se isso te incomoda, não prossiga a leitura.]
* texto originalmente publicado no 





