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	<title>Comentários para Filosofia do Design</title>
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		<title>Comentário em O Designer enquanto autor por Eduardo Souza</title>
		<link>http://filosofiadodesign.wordpress.com/2013/03/11/o-designer-enquanto-autor/#comment-1394</link>
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 May 2013 18:41:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Opa, Luiz!
Muito obrigado pelo interesse, cara!

Eu demorei um pouco porque o Adobe Distiller tava me trollando e eu não tava conseguindo exportar direito, hahahha! Mas você pode baixar a versão com a capa colorida (https://dl.dropboxusercontent.com/u/46201689/O%20Designer%20enquanto%20autor%20-%20Zine.pdf) ou com a capa preto e branco (https://dl.dropboxusercontent.com/u/46201689/O%20Designer%20enquanto%20autor%20-%20Zine%20PB.pdf) (se quiser imprimir em papel colorido, fica bem legal, hahaha, foi como nós fizemos na nossa tiragem).

Tenha em mente que é um zine simpleszinho, ok? hahahah! Só a capa foi ilustrada e a intenção era fazer uma diagramação que facilitasse ler no onibus, por exemplo. No mais, Creative Commons nesse negócio aí! Só mandar a galera pra cá pro blog!

Tá em formato A4 mesmo, pra dobrar no meio, sem problemas aí! Só a capa tem uma sangria, só por puro desencargo de consciência, hahah! Qualquer coisa, manda aí!

Abraços!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Opa, Luiz!<br />
Muito obrigado pelo interesse, cara!</p>
<p>Eu demorei um pouco porque o Adobe Distiller tava me trollando e eu não tava conseguindo exportar direito, hahahha! Mas você pode baixar a versão com a capa colorida (<a href="https://dl.dropboxusercontent.com/u/46201689/O%20Designer%20enquanto%20autor%20-%20Zine.pdf" rel="nofollow">https://dl.dropboxusercontent.com/u/46201689/O%20Designer%20enquanto%20autor%20-%20Zine.pdf</a>) ou com a capa preto e branco (<a href="https://dl.dropboxusercontent.com/u/46201689/O%20Designer%20enquanto%20autor%20-%20Zine%20PB.pdf" rel="nofollow">https://dl.dropboxusercontent.com/u/46201689/O%20Designer%20enquanto%20autor%20-%20Zine%20PB.pdf</a>) (se quiser imprimir em papel colorido, fica bem legal, hahaha, foi como nós fizemos na nossa tiragem).</p>
<p>Tenha em mente que é um zine simpleszinho, ok? hahahah! Só a capa foi ilustrada e a intenção era fazer uma diagramação que facilitasse ler no onibus, por exemplo. No mais, Creative Commons nesse negócio aí! Só mandar a galera pra cá pro blog!</p>
<p>Tá em formato A4 mesmo, pra dobrar no meio, sem problemas aí! Só a capa tem uma sangria, só por puro desencargo de consciência, hahah! Qualquer coisa, manda aí!</p>
<p>Abraços!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em O Designer enquanto autor por Luiz Marcel</title>
		<link>http://filosofiadodesign.wordpress.com/2013/03/11/o-designer-enquanto-autor/#comment-1386</link>
		<dc:creator><![CDATA[Luiz Marcel]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 May 2013 18:58:55 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Excelente o texto! Parabéns. Tenho interesse na versão fanzine! Como posso ter acesso?]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Excelente o texto! Parabéns. Tenho interesse na versão fanzine! Como posso ter acesso?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Livro &#8220;Existe Design? Indagações filosóficas em três vozes&#8221; por Diego Leitzke</title>
		<link>http://filosofiadodesign.wordpress.com/2013/05/07/livro-existe-design-indagacoes-filosoficas-em-tres-vozes/#comment-1383</link>
		<dc:creator><![CDATA[Diego Leitzke]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 May 2013 18:05:37 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Parabéns pelo livro, pros três! É muito bom quando tu lê algo que muda tua maneira de olhar pras coisas..espero que venham mais em breve..abraço]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns pelo livro, pros três! É muito bom quando tu lê algo que muda tua maneira de olhar pras coisas..espero que venham mais em breve..abraço</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Livro &#8220;Existe Design? Indagações filosóficas em três vozes&#8221; por Handersson</title>
		<link>http://filosofiadodesign.wordpress.com/2013/05/07/livro-existe-design-indagacoes-filosoficas-em-tres-vozes/#comment-1380</link>
		<dc:creator><![CDATA[Handersson]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 May 2013 12:08:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Confesso que fiquei curioso!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Confesso que fiquei curioso!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em A morte do design &#8211; Parte I por Eduardo Souza</title>
		<link>http://filosofiadodesign.wordpress.com/2013/05/13/a-morte-do-design-parte-i/#comment-1378</link>
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 May 2013 11:59:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Fico muito feliz que tenha te acrescentado algo, Norma! Seus pontos de vista também me são muito caros!

Sim, acredito que esse tipo de narrativa mítica tenha um papel importantíssimo na contemporaneidade. E me arrisco a dizer mais: nós, aqui no Brasil, não temos identidade justamente porque não nos utilizamos deste tipo de artifício. Se pararmos pra pensar no que une o país de norte a sul, acho difícil encontrar alguma resposta diferente de: a língua portuguesa. Como consequência -- claro, não sendo a única causa -- temos a política que temos; tanto por parte do político quanto por parte do povo.

Não acredito que a superexposição cause efeitos tão diferentes de ocultar completamente: se tudo é barulho, nada é inteligível. E é nessa sociedade que acredito que estamos vivendo em escala global.

Também gosto de ser otimista e acreditar que o perigo é para quem está dentro. Mas o mínimo que podemos fazer agora é sabermos de que tipo de ferramentas eles (e nós) podem se utilizar, e eu acho que essa é uma delas.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fico muito feliz que tenha te acrescentado algo, Norma! Seus pontos de vista também me são muito caros!</p>
<p>Sim, acredito que esse tipo de narrativa mítica tenha um papel importantíssimo na contemporaneidade. E me arrisco a dizer mais: nós, aqui no Brasil, não temos identidade justamente porque não nos utilizamos deste tipo de artifício. Se pararmos pra pensar no que une o país de norte a sul, acho difícil encontrar alguma resposta diferente de: a língua portuguesa. Como consequência &#8212; claro, não sendo a única causa &#8212; temos a política que temos; tanto por parte do político quanto por parte do povo.</p>
<p>Não acredito que a superexposição cause efeitos tão diferentes de ocultar completamente: se tudo é barulho, nada é inteligível. E é nessa sociedade que acredito que estamos vivendo em escala global.</p>
<p>Também gosto de ser otimista e acreditar que o perigo é para quem está dentro. Mas o mínimo que podemos fazer agora é sabermos de que tipo de ferramentas eles (e nós) podem se utilizar, e eu acho que essa é uma delas.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em A morte do design &#8211; Parte I por Norma de Souza Lopes</title>
		<link>http://filosofiadodesign.wordpress.com/2013/05/13/a-morte-do-design-parte-i/#comment-1377</link>
		<dc:creator><![CDATA[Norma de Souza Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 May 2013 17:43:57 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://filosofiadodesign.wordpress.com/?p=6777#comment-1377</guid>
		<description><![CDATA[Gosto de te provocar, Eduardo, por que sempre ganho conteúdo. Esse post me abriu os olhos para algumas coisas. Ocupo um lugar no mundo que me obriga a colocar a inclusão acima de todos os valores e a visão que tenho é que  há um círculo  de direitos, conhecimentos, prazeres etc e nem todos habitam esse circulo. É como  se devesse haver alguém dentro do circulo para puxar aquele que estão de fora. As narrativas míticas hollywoodianas  são tão poderosas que provavelmente promovem a coesão de ideário norte-americano que você anuncia em seu post. E seu ideário ainda resvala  sobre nosso imaginário tupiniquim, ou seja, pouco ou nada contribuem nesse movimento de puxar. Sempre me pergunto  quais seriam as alternativas mais eficazes para promover este movimento a partir do cinema (assim como a literatura faz às vezes) uma vez que ele é mais fácil de consumir. Estava crendo que isso fosse possível a partir da superexposição e você parece querer dirimir essa ideia, Mas por hoje vou ficar com &quot;A ficcionalização é a maior das liberdades, e, de praxe, portanto a mais perigosa.&quot; . Acredito na liberdade e espero que o perigo seja para quem está dentro do circulo, empurrando quem está de fora. 
Abraços
Norma]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gosto de te provocar, Eduardo, por que sempre ganho conteúdo. Esse post me abriu os olhos para algumas coisas. Ocupo um lugar no mundo que me obriga a colocar a inclusão acima de todos os valores e a visão que tenho é que  há um círculo  de direitos, conhecimentos, prazeres etc e nem todos habitam esse circulo. É como  se devesse haver alguém dentro do circulo para puxar aquele que estão de fora. As narrativas míticas hollywoodianas  são tão poderosas que provavelmente promovem a coesão de ideário norte-americano que você anuncia em seu post. E seu ideário ainda resvala  sobre nosso imaginário tupiniquim, ou seja, pouco ou nada contribuem nesse movimento de puxar. Sempre me pergunto  quais seriam as alternativas mais eficazes para promover este movimento a partir do cinema (assim como a literatura faz às vezes) uma vez que ele é mais fácil de consumir. Estava crendo que isso fosse possível a partir da superexposição e você parece querer dirimir essa ideia, Mas por hoje vou ficar com &#8220;A ficcionalização é a maior das liberdades, e, de praxe, portanto a mais perigosa.&#8221; . Acredito na liberdade e espero que o perigo seja para quem está dentro do circulo, empurrando quem está de fora.<br />
Abraços<br />
Norma</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em A morte do design &#8211; Parte I por Eduardo Souza</title>
		<link>http://filosofiadodesign.wordpress.com/2013/05/13/a-morte-do-design-parte-i/#comment-1375</link>
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 May 2013 15:47:21 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://filosofiadodesign.wordpress.com/?p=6777#comment-1375</guid>
		<description><![CDATA[Opa, Norma!

Obrigadíssimo pelo comentário! Mas já abrindo a resposta, não acredito que você vem na contramão!

[Assim como no post, teremos spoilers!!]

Gostei bastante do diagnóstico social que você fez e concordo plenamente com ele. E, justamente, essas múltiplas exposições às mais variadas narrativas desvelam tudo: inclusive o que costumava a ser conspiração (como no exemplo que usei de Zeitgeist). Em Homem de Ferro 3, eles desvelaram a &quot;teoria&quot; de utilização de um testa-de-ferro, certo? Só que eles inseriram essa narrativa dentro da narrativa maior do Ironman, desvelando uma narrativa dentro de outra, criando um jogo de espelhos no qual nós não sabemos mais qual a narrativa &quot;mais ficcional&quot;. Ademais, eles fizeram isso em tom irônico, como eu disse, ridicularizando aquele tipo de ideia -- embora ela seja, de fato, corroborada no filme.

É contra-intuitivo, mas de tanto desvelar, acabamos velando dentro de metanarrativas. Nesse caso em específico, através da ridicularização.

O que acaba questionando, de fato, minha própria posição. Eu sou muito pró-ficcionalização, mas isso é uma faca afidadíssima de dois gumes. Fazer um julgamento moral acerca disso também é perigoso, porque, oras, &quot;vale a pena&quot; que os EUA criem seus pesadelos em troca de uma identidade forte e hegemonia cultural? A ficcionalização é a maior das liberdades, e, de praxe, portanto a mais perigosa.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Opa, Norma!</p>
<p>Obrigadíssimo pelo comentário! Mas já abrindo a resposta, não acredito que você vem na contramão!</p>
<p>[Assim como no post, teremos spoilers!!]</p>
<p>Gostei bastante do diagnóstico social que você fez e concordo plenamente com ele. E, justamente, essas múltiplas exposições às mais variadas narrativas desvelam tudo: inclusive o que costumava a ser conspiração (como no exemplo que usei de Zeitgeist). Em Homem de Ferro 3, eles desvelaram a &#8220;teoria&#8221; de utilização de um testa-de-ferro, certo? Só que eles inseriram essa narrativa dentro da narrativa maior do Ironman, desvelando uma narrativa dentro de outra, criando um jogo de espelhos no qual nós não sabemos mais qual a narrativa &#8220;mais ficcional&#8221;. Ademais, eles fizeram isso em tom irônico, como eu disse, ridicularizando aquele tipo de ideia &#8212; embora ela seja, de fato, corroborada no filme.</p>
<p>É contra-intuitivo, mas de tanto desvelar, acabamos velando dentro de metanarrativas. Nesse caso em específico, através da ridicularização.</p>
<p>O que acaba questionando, de fato, minha própria posição. Eu sou muito pró-ficcionalização, mas isso é uma faca afidadíssima de dois gumes. Fazer um julgamento moral acerca disso também é perigoso, porque, oras, &#8220;vale a pena&#8221; que os EUA criem seus pesadelos em troca de uma identidade forte e hegemonia cultural? A ficcionalização é a maior das liberdades, e, de praxe, portanto a mais perigosa.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em A morte do design &#8211; Parte I por Norma de Souza Lopes</title>
		<link>http://filosofiadodesign.wordpress.com/2013/05/13/a-morte-do-design-parte-i/#comment-1374</link>
		<dc:creator><![CDATA[Norma de Souza Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 May 2013 15:33:14 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Eduardo, venho pensando em algo que vai na contramão do que você disse. Vou contextualizar. O homem médio comum da periferia vinha tendo contato esporádico com as produções cinematográficas. Isso dava a ele um certo censo de realidade ditada pelos filmes. Isso é comum na academia por exemplo: um professor usa um determinado filme para levantar reflexões acerca de um recorte do real ( me lembro de Laranja Mecânica ou o Enigma de Kaspar House). Com o advento da pirataria de DVDs esse quadro muda. Conheço pessoas que tem até mil filmes piratas em casa. Essa exposição excessiva às narrativas variadas vão  gerando uma desconfiança no sujeito acerca do que é real/ verdade pois a fragilidade das múltiplas &quot;verdades&quot; descritas nos filmes de toda a natureza  vai sendo exposta também. Não tenho um exemplo melhor mas esse me parece significativo: apesar dos gostos variados conheço gente que compra &quot;Tropa de Elite&quot; e &quot;Clube da luta&quot;  de uma só vez. Quero crer que a exposição excessiva à narrativas variadas (propiciada pela pirataria) mais que ocultar, pode desvelar aquilo que você chamaria de design da narrativa( será isso?) Abraços Norma]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eduardo, venho pensando em algo que vai na contramão do que você disse. Vou contextualizar. O homem médio comum da periferia vinha tendo contato esporádico com as produções cinematográficas. Isso dava a ele um certo censo de realidade ditada pelos filmes. Isso é comum na academia por exemplo: um professor usa um determinado filme para levantar reflexões acerca de um recorte do real ( me lembro de Laranja Mecânica ou o Enigma de Kaspar House). Com o advento da pirataria de DVDs esse quadro muda. Conheço pessoas que tem até mil filmes piratas em casa. Essa exposição excessiva às narrativas variadas vão  gerando uma desconfiança no sujeito acerca do que é real/ verdade pois a fragilidade das múltiplas &#8220;verdades&#8221; descritas nos filmes de toda a natureza  vai sendo exposta também. Não tenho um exemplo melhor mas esse me parece significativo: apesar dos gostos variados conheço gente que compra &#8220;Tropa de Elite&#8221; e &#8220;Clube da luta&#8221;  de uma só vez. Quero crer que a exposição excessiva à narrativas variadas (propiciada pela pirataria) mais que ocultar, pode desvelar aquilo que você chamaria de design da narrativa( será isso?) Abraços Norma</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Dilemas do Design VI – valor e avaliação por Ketilen Paes</title>
		<link>http://filosofiadodesign.wordpress.com/2013/05/09/dilemas-do-design-vi-valor-e-avaliacao/#comment-1370</link>
		<dc:creator><![CDATA[Ketilen Paes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 May 2013 15:21:53 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://filosofiadodesign.wordpress.com/?p=6730#comment-1370</guid>
		<description><![CDATA[Esqueci do acento de interrogação na pergunta que fiz...rsrsrs Além da transferência, também pode ocorrer a contra-transferência. Isso é bom ou ruim? Eis a questão.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Esqueci do acento de interrogação na pergunta que fiz&#8230;rsrsrs Além da transferência, também pode ocorrer a contra-transferência. Isso é bom ou ruim? Eis a questão.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Dilemas do Design VI – valor e avaliação por Ketilen Paes</title>
		<link>http://filosofiadodesign.wordpress.com/2013/05/09/dilemas-do-design-vi-valor-e-avaliacao/#comment-1369</link>
		<dc:creator><![CDATA[Ketilen Paes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 May 2013 15:19:22 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://filosofiadodesign.wordpress.com/?p=6730#comment-1369</guid>
		<description><![CDATA[Ótimo texto para discutir os valores que norteiam as avaliações. Isso é uma coisa muito séria, principalmente no meio universitário e das organizações. Eu parto do pressuposto que não existem avaliações neutras, sempre haverá interferência do avaliador (seus valores, crenças, preconceitos, estereótipos e etc), mesmo que ele queira ser o mais &quot;profissional&quot; possível. Aprendemos que a neutralidade é impossível. Por que não lançar mão do &quot;não didático&quot; para facilitar a relação de aprendizagem, que depende também da transferência com o &quot;mestre&quot;. Essas questões dão pano para a manga!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ótimo texto para discutir os valores que norteiam as avaliações. Isso é uma coisa muito séria, principalmente no meio universitário e das organizações. Eu parto do pressuposto que não existem avaliações neutras, sempre haverá interferência do avaliador (seus valores, crenças, preconceitos, estereótipos e etc), mesmo que ele queira ser o mais &#8220;profissional&#8221; possível. Aprendemos que a neutralidade é impossível. Por que não lançar mão do &#8220;não didático&#8221; para facilitar a relação de aprendizagem, que depende também da transferência com o &#8220;mestre&#8221;. Essas questões dão pano para a manga!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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