Resenhas

Espaço destinado à reflexão crítica sobre livros que abordam, direta ou indiretamente, os temas Filosofia e Design. Colabore conosco: Sugira-nos novos autores/títulos através dos comentários ou nos envie sua própria resenha por email (contato@marcosbeccari.com).

“Não causa surpresa que, além da deficiência histórica e teórica, a crítica esteja completamente ausente. A principal função da crítica não é escrever resenhas lisonjeiras ou humilhantes, e sim fornecer interpretações criativas da obra, do período ou da teoria em análise. Com base nessas interpretações criativas, os objetos são vistos de um novo ângulo, fazendo-nos perceber nuances e reflexos novos. (…) Enquanto não houver crítica, o design gráfico não será uma profissão.” – Massimo Vignelli (1983), Convite à crítica. In: Textos clássicos do design gráfico. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2010, p. 299.

Rafael Cardoso | Design para um mundo complexo

[resenha de Marcio Rocha Pereira]

Vilém Flusser | O mundo codificado / Uma filosofia do design

[resenha de Marcos Beccari]

Jean Baudrillard | O sistema dos objetos

[resenha de Marcos Beccari]

Giulio Carlo Argan | A crise do design

[resenha de Marcos Beccari]

Everardo Rocha | Magia e Capitalismo

[resenha de Daniel B. Portugal]

Carlos Zibel Costa | Além das formas

[resenha de Marcos Beccari]

David Sless | In search of semiotics

[resenha de Keyan G. Tomaselli]

“…onde houver uma contradição, faça uma redescrição! Mude a perspectiva de observação, troque as premissas dos raciocínios, explicite os acordos tácitos que fundam as conclusões consensuais e, por fim, submeta a sua opinião à dos outros. No mínimo, o que parece sem sentido ganha um novo sentido; no máximo, recuperamos o tônus da vontade de sentir, pensar, julgar e agir em liberdade.” – Jurandir Freire Costa, O vestígio e a aura: corpo e consumismo na moral do espetáculo. Rio de Janeiro: Garamond, 2005, p. 21.

Obs.: O intuito desta seção não é estimular nem desestimular a leitura. Assim como há poucos designers que se dispõem a ler um livro teórico, há poucos livros teóricos escritos para designers. Particularmente, creio que o hábito de leitura não garante nada na atuação em Design (leia AQUI minha opinião sobre isso). Claro que a leitura é uma virtude em potencial aos designers e a qualquer pessoa na medida em que ela contribui para nossa formação humana, porém não se trata de uma virtude intelectual, argumentativa, espiritual etc. Trata-se de uma espécie de vício por novos pensamentos, sentimentos e experiências. Um vício sem utilidade alguma e que, somente por ser vício, permanece prazeroso e inesgotável. [Marcos Beccari]

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