Síndrome criativa de Estocolmo

Gostaria de deixar claro de antemão que esse texto é a realização da tentativa de desmistificar a atividade criativa contemporânea.

Em minha vivência profissional e acadêmica, sou cercado de “criativos”¹, sejam eles do design ou da publicidade. Não poderia deixar de ser, afinal, sou designer de formação que trabalha em agência. Entre eles, muito me impressionam por conseguirem criar efetivamente sem muita dificuldade; bem ao contrário de mim, que preciso de muita pesquisa, de uma reformação de um repertório visual muito mais demorado antes de conseguir entrar na primeira etapa do processo criativo. O que me impressiona – e isso, aparentemente, acontece mais na publicidade – é que a maioria das pessoas busca criar coisas muito originais. Mas o que é original?

Antes de tentar responder essa pergunta, temos que dar alguns passos para trás. Ler mais deste artigo

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