Do espanto contra a hipótese

[O texto abaixo estava engavetado há um bom tempo porque eu nunca consegui "digeri-lo". Espero que alguém consiga.]

Tenho uma teoria: a hipótese é sempre nula. A problemática que a antecede não é um problema, ela já está resolvida em si: houve um julgamento anterior, sem hipóteses ou experimentos, na medida em que chamamos isso de “problema”.

Disso decorre que quaisquer levantamentos, estatísticas ou citações não comprovam a existência de um problema – são desdobramentos meramente inferenciais da hipótese que supostamente fundamentam.

Nossa capacidade de raciocinar, nossa atitude cognoscente, coloca-nos numa posição privilegiada com relação aos objetos de estudo, sobretudo quando somos nós os objetos, fazendo-nos desprezar o que há por detrás de quem raciocina. Leia mais…»

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