produtificação

Recentemente uma crônica (em inglês) perguntava se a Lego™ tinha vendido a alma para o demo. Curiosamente o mesmo exemplo que eu tinha usado alguns meses antes num debate no RLab. Basicamente a ideia é que os kits da Lego vem se tornando mais elaborados e complexos (despertando certamente em mim aquele célebre WANT) mas que ao mesmo tempo parece que também se tornam menos criativos.

Vamos explorar aqui a hipótese de que se trata de um fenômeno de produtificação: Para transformar uma coisa (genérica) em um produto é preciso “fechar” essa coisa.

O exemplo do Lego é interessante, já que trata de um brinquedo. Quando criança, influenciado por Star Wars, eu fiz uma nave espacial com as peças do kit “Casa” do Lego. Em retrospectiva, agora acho que era uma nave com um “quê” de casa, bem quadrada, sem cara de máquina. Mas era uma nave. Leia mais…»

A ilusão do usuário

Diante de um computador, não é raro termos a impressão de que ele está “pensando”, embora saibamos que tudo não passa de um mecanismo pré-programado para processar milhões de impulsos e dados.

Os únicos “seres pensantes” supostamente somos nós, os usuários, ainda que nossa capacidade de processamento seja muito mais limitada – a velocidade neuronal atinge um máximo de sete bytes por segundo, de tal modo que ignoramos 99% dos dados sensoriais.

Sob este viés, nosso cérebro não passa de uma tecnologia ultrapassada de processamento de dados. Leia mais…»

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