Filosofia do Design, parte XLVII – Ocioso Design
01/07/2011 3 Comentários
* texto originalmente publicado no Design Simples.
Cada vez mais tenho a impressão de que a ideia de inteligência coletiva de Pierre Lévy é um equívoco demasiado ingênuo. Quanto mais as pessoas têm voz, menos elas têm o que dizer. De dia, gritamos contra o mundo; de noite, celebramos este mesmo mundo – sob o paradoxo de que não escapamos de uma visão de mundo particular que, por sua vez, também pertence ao mundo. Conheço muitos jovens designers extremamente talentosos, virtuosos em técnica e pensamento, mas que se sentem vazios, desprovidos de sentido, com o vício da ociosidade (procrastinação). E eu me incluo entre eles.
Daí o pessoal mais velho (que eu chamo, carinhosamente, de cabeçudos) nos enche de críticas e conselhos datados, pra não dizer falidos, contra uma geração perdida, passivamente programada, sem identidade e sem opinião. Tanto os novos radicais (os conservadores de ontem) quanto os novos conservadores (antigos reacionários) nos relegam ao ostracismo ignóbil, sendo a nossa resposta uma indiferença silenciosa e, contudo, voluntária. Leia mais…»
* texto originalmente publicado no
(Primeiramente peço desculpas pelo longo intervalo entre postagens, já que minha ideia é postar textos curtos, com uma frequência maior…) Como já comentei em minha primeira postagem no blog (há bastante tempo atrás), no último semestre de 2010 escrevi meu tcc falando sobre design editorial e imaginário. Neste texto procuro lançar algumas noções dos estudos do imaginário relacionadas ao design.
* texto originalmente publicado no