Pink Floyd, espaço-tempo e colaboração

Tenho escutado muito Pink Floyd esses dias.

“I’m not sure. I’m exceedingly ignorant—”

The young man laughed and bowed. “I am honored!” he said. “I’ve lived here three years, but haven’t yet acquired enough ignorance to be worth mentioning.” He was highly amused, but his manner was gentle, and I managed to recollect enough scraps of Handdara lore to realize that I had been boasting, very much as if I’d come up to him and said, “I’m exceedingly handsome…”

“I meant, I don’t know anything about the Foretellers—”

“Enviable!” said the young Indweller. (…)

- Ursula LeGuin, The Left Hand of Darkness

Por esses dias, li o post de Eduardo Camillo e pensei que nós não construímos conhecimento como deveríamos por aqui. Leia mais…»

“Debord e o Hiper-espetáculo”, por Juremir Machado da Silva

Embora este blog se proponha a oferecer conteúdo exclusivo de seus respectivos colunistas, tomo a liberdade de abrir uma exceção com este excelente artigo (disponível aquiaqui e aqui) do professor Juremir Machado da Silva¹. Apresentado em 2007 na XVI COMPÓS (Curitiba/PR) – GT Comunicação e Cultura, o artigo abaixo traça um panorama filosófico sobre o papel contemporâneo da comunicação no que concerne ao imaginário sociocultural.

Depois do espetáculo: reflexões sobre a tese 4 de Guy Debord

Resumo: este estudo reflete sobre a passagem da “sociedadedo espetáculo”, anunciada e denunciada por Guy Debord, em1967, ao hiper-espetáculo ou sociedade “midiocre”. Palavras-chave: Imaginário, Tecnologias, Tecnologias do imaginário, Sociedade do espetáculo, Cultura, Comunicação.

O espetáculo acabou. Estamos agora no hiperespetáculo. O espetáculo era a contemplação. Cada indivíduo abdicava do seu papel de protagonista para tornar-se espectador. Mas era uma contemplação do outro, um outro idealizado, a estrela, a vedete, os “olimpianos”². Um outro radicalmente diferente e inalcançável, cuja fama era ou deveria ser a expressão de uma realização extraordinária. No espetáculo, o contemplador aceitava viver por procuração. Delegava aos “superiores” a vivência de emoções e de sentimentos que se julgava incapaz de atingir. Leia mais…»

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